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Edith Rizzo

Uma Trajetória Surrealista 

Nascida em 1966 em Santa Adélia (SP), Edith Rizzo descobriu cedo duas paixões que moldariam sua vida: a pintura e um mar que ainda não conhecia. Aos quinze anos, viu o mar pela primeira vez e soube que um dia viveria dele.

O caminho até lá passou por Londrina, onde cursou Matemática à noite enquanto trabalhava de dia, longe de casa e sem apoio do pai. Foi ali, ao lado de outros artistas, que encontrou o surrealismo — inspirada por Salvador Dalí — e recebeu, em 1988, sua primeira premiação.

Em 1992 realizou o sonho: mudou-se para a Ilha Grande, onde nasceu sua filha Vitória e sua pintura amadureceu entre paisagens e lendas caiçaras. Em 1999 ganhou projeção nacional ao pintar ao vivo no programa da Xuxa, na Rede Globo.

Em 2003 mudou-se para Paraty, cidade histórica e Patrimônio Mundial da Unesco, onde fundou seu ateliê. Um reencontro com Ziraldo, em 2013, a trouxe de volta às telas grandes e ao surrealismo pleno. Dali em diante, sua carreira ganhou alcance internacional: membro da MAA (Mondial Art Academie) desde 2015, com exposições em Portugal, França e Colômbia, premiações na Argentina e, desde 2025, o posto de Embaixadora da MAA no Brasil. Hoje, aos 60 anos, segue pintando em Paraty.

O livro

Edith Rizzo – Uma Jornada Surrealista, com texto de Nuno Damas, reúne quase cinco décadas de obra — dos primeiros desenhos à pintura surrealista atual — traçando também o mapa afetivo de uma vida: Santa Adélia, Londrina, Ilha Grande e Paraty. Mais que um catálogo, é o retrato de uma mulher que transformou um sonho de infância em arte reconhecida internacionalmente.

Como resumiu Ziraldo: ninguém pinta como ela sem escola, sem recursos acadêmicos — só com talento e emoção diante da paisagem ao redor.

Veja abaixo, o livro interativo.

Copyright © 2026 Mariana Trufelli

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